3 livros sabios

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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Requiescat in Pace.

Uma minuta somente, Moacyr "Filho da dor" saído duma persona de José de Alencar, alegremente Judeu, incansável comunicador, autor de mais de 70 obras editadas pelas mais indevidas e variáveis editoras! Um grande homem. Moacyr era sim, uma lufada de ar fresco dentro da Academia! Achei tão franzino o senhorzinho que que autografou meu "O Centauro no Jardim", percebi que fazia da sua vida um oficio de orientações! autografou os 12? mais? livros que um outro alguém trouxe em nome dos leitores da Biblioteca (de qualquer lugar distante), assinou a todos com mensagens aos leitores! Encontrei o velhinho 2 vezes apenas. Concentração de apenas uma semana! Na abertura do Fantasticon e no segundo fórum prazeres da leitura! Moacyr se mostrou de modo congruente , entusiasmado ante o pequeno publico na Biblioteca e no grande auditório da Bienal! extremamente comedido, preenchendo as bordas da conversa de situações pessoais e histórias de vida! Fabulando sobre sua realidade Biograficamente sofrida! É provável que em algum momento de sua vida, tenha lido o autor! e provavelmente não saiba! nem nunca saberá! Não vou mentir! Tinha Moacyr pelo nome! fui atrás de um autógrafo facil! um mês antes tinha com algum esforço conseguido o da Lygia Fagundes Telles, pq não o de mais um imortal? Foi o que de melhor pude fazer por mim mesmo aquele mês! Se um Inchaço velho ainda pode se sentir incentivado a ler Literatura Brasileira e mais, escrever Literatura esse fui eu quando da conversa com Scliar! Sabe aquela coisa do espirito Jovem? o Velho tinha! explicou todo o conto A VACA como se fosse um adolescente revoltado com a burguesia!
Morreu ontem das complicações de um AVC, deixando espaços para a construção de textos edificantes e outros piegas como este! Perder um imortal. Fico inseguro quanto as lideranças literárias que ainda podemos chamar (talvez) populares! perde-se um construtor ante uma muralha incompleta chamada Brasil.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

René Laloux

Aviso - Esse Post, será um recorte, vinculações de pessoas diversas sobre um mesmo assunto = René Laloux Muito de mim mesmo, não tenho a dizer! Não o conheço! divulgo-o Uso então o artificio da Cópia. copio o pouco que sobre ele encontrei em português! Seu nome não atravessou o Atlântico em direção a Terra Papagali, Penas. Perde-se o que se cria quando no impacto de dois corpos, um inerte um em movimento! Sobre suas Animações - O esquema visual não prima pela inventividade, onirismo, transmissão de beleza poética ou unicidade! Parece e só Parece, algo que qualquer um outro possa fazer! Entretanto, Laloux cristaliza metaforas e fábulas em curtas! a Moral encontra quem quer! momentos metafisicos rondam uma violência profunda travestida em desenho! Descobri Laloux sozinho e acho que encontrei um "mestre". Todo o texto abaixo foi retirado do site presente no Hiperlink do título!
Realizador de animação francês, René Laloux nasceu em 1929, em Paris (França) e faleceu a 14 de Março de 2004, em Angoulême, em consequência de uma crise cardíaca. Começou a trabalhar, na década de 60, como monitor da clínica psiquiátrica de Laborde, em Cour Cheverny. Aprendendo animação como autodidacta, iniciou a sua carreira de realização, com a curta-metragem Les Dents du Singe (1960), utilizando os pacientes da clínica como actores, segundo a teoria da ergoterapia. Seguiram-se, com a colaboração do desenhador Roland Topor, as curtas-metragens Les Temps Morts (1964) e Les Escargots (1965). Em 1973, ainda com Topor, René Laloux produziu o filme La Planète Sauvage (O Planeta Selvagem), uma co-produção franco-checoslovaca, adaptado da novela de ficção científica OMS en Série do francês Stefan Wul (pseudónimo de Pierre Pairault) e com o qual ganhou o Prémio Especial do Júri, em Cannes. Este filme fantástico, que teria sido inspirado na ocupação da Checoslováquia pelos Russos, ilustra a história de humanos, os Oms, que foram domesticados por extraterrestres gigantes de raça azul chamados Draags. Em 1982, ainda sobre o romance de Stefan Wul, L'Orpheline Perdide, o realizador concebeu o filme Les Maîtres du Temps (Os Mestres do Tempo), com desenhos de Jean Giraud e Moebius. Em seguimento de La Planète Sauvage, realizou Gandahar (1988), baseado no romance de Jen-Pierre Andrevon e com desenhos de Caza. A última curta-metragem de Laloux foi Comment Wang-Fô Fut Sauvé (1987, A Salvação de Wang-Fô), uma adaptação do conto de Marguerite Yourcenar. Em 1996, estabeleceu-se em Angoulême (a sudoeste de França), aceitando a proposta do Centre National de la Bande Dessinée et de l'Image (CNBDI) para assumir a direcção do Laboratoire d'Imagerie Numérique e aposentou-se em 1999. O realizador dedicou-se também à pintura e à escrita. Agora, para finalizar! Um vídeo de LALOUX -Les Escargots- (o diretor é facilmente encontrado no Youtube) e um comentario retirado da mesma pagina online de onde provém o curta! Comentario inspirado! depois de asssistir o curta, me senti meio perturbado, achei que encarar a esfingie devia ser a mesma coisa! Mas não, eu é que sou Burrinho mesmo!
De onde Captei o vídeo? Daqui. O comentario (abaixo) e sua tentativa de tradução pelo Google Tradutor (Mais abaixo ainda).
  • belcarn94 (autor do comentario)

  • It is about Stability, Chaos, and the use of ideas in renweing the cycle of these elements. The plants represent new ideas, the predators the unforseen changes and "evils" that accompany them--it is not about society's destruction but its transformation. The old man's tears represent the suffering and toil that must be endured by agents of new ideas, or perhaps the suffering that attends the change itself. Only through personal sacrifice can the new ideas be mae real.

  • Trata-se de Estabilidade, Caos, e a utilização de ideias em renweing do ciclo destes elementos. As plantas representam novas idéias, os predadores e as mudanças imprevistas "males" que as acompanham - não é sobre a destruição da sociedade, mas a sua transformação. Lágrimas do velho representa o sofrimento e trabalho que deve ser suportado pelos agentes de novas idéias, ou talvez o sofrimento que acompanha a própria mudança. Somente através do sacrifício pessoal podem ser as novas idéias mae real.

sábado, 20 de novembro de 2010

Ravel em Bagpipes.

Agora a pouco, estava a contemplar o inócuo em minha vida quando as mais estranhas ideias subverteram minha mente! entenda que exatamente agora tenho 6 abas diferentes abertas em meu navegador e a três minutos tinha 14! não que eu seja um infoholic, mas sempre tive uma curiosidade funesta por coisas que não se costuma chamar NORMAL, via quais os mais caros diamantes do mundo, decepcionei-me com o fato de o "Coração do Oceano" não ser uma jóia real, apreciei as cataratas do Niagara e descobri que quando a primeira dama Americana -Qualquer coisa- Roosevelt esteve de passagem do Brasil, ao deparar-se com Foz do iguaçú disse algo como "Pobre Niagara" (Que americano não teria dito?), mas enfim, as novas tecnologias da Internet já não me surpreendem, mas me afetam, uma afetação difícil de explicar! Tentaria? Não, viveria muito bem sem o tradutor, o dícionario online, as redes sociais... essa coisa de hello é o século 21 não funcionam comigo! não é algo de adaptação. O que causa frases como "não sei o que faria sem Internet, e-mail, orkut, RSS" ah, por favor! o quê aconteceram com as cartas, rodas de amigos, jogos de tabuleiros? sem saudosismos! mas que tenho alguns colegas que morreriam sem a Internet é verdade! se o Facebook deixa-se de existir não teriam mais amigos! os Avatares deixaram de ser projeções de nós mesmos, agora são entidades próprias com necessidades específicas! direi mais em num post futuro! Buscava uma música que me fizesse apreciar a capacidade de invenção e grandiosidade artística que chegam os Mestres (sim, eles existem, são raros mas não há como negar), então lembrei da única composição que eu ouviria em há qualquer momento, estando bravo, alegre, triste ,puto , estudando para uma prova e mais recentemente até no ónibus! (agora meio que perdi a vergonha de dizer que SIM eu ouço música orquestrada e erudita! e é pq eu gosto!) O Bolero de Ravel, exaustivamente tento me lembrar quando foi a primeira vez que ouvi a composição! mas me é impossível, sei que há muito, fujo da realidade habitual assovinando o Bolero, ( Para minha mãe o Bolero tem um efeito calmante, - EU no computador, Ah felipe põe o bolero ai! (espaço de tempo) -pronto Mãe! ♫♪♫♪♫♪♫♪♫♪ (brevíssimo espaço de tempo) - RoNcOoOoOo! Mãe? Mãe?... - Bem para minha mãe o efeito é extremamente calmante! para quem conhece, o Bolero é um crescendo progressivo e tem uma melodia uniforme e repetitiva, mas é encantador!as mesmas notas conforme sua repetição vão se tornando mais potentes e o fim é marcado por um grande desencontro das notas!) Com a internet passei à caçar variáveis do Bolero, violão, violino ... mas minha mente insana criou uma conexão perigosa! Bolero_de_Ravel+Gaita_de_foles= Deus do céu onde achar isso? Hhahahahaha, Google (aquele que faz com pareçamos mais espertos por encontrar aquilo que deveríamos conhecer) tentei inúmeras variações, não conseguia nada! quase desisti! ai pensei, Caramba isso é a Internet! tem tudo aqui! e também, que Bibliotecario é esse que não consegue recuperar a informação! ai fui mais agressivo, reduzi as palavras chave, descobri como se chama gaita de foles em inglês (maior chance de encontrar visto o uso do inglês no mundo, néah!) e procurei direto no youtube norte-americano! E ACHEI TUDO BEM QUE É SÓ UM PEDAÇO! mas satisfiz minha vontade de escutar o Bolero em Foles! e é muito legal! alias gaita de foles em inglês é Bagpipes, e o vídeo é esse aqui! pela assinatura logo se vê, que é um mestre!